sábado, janeiro 20, 2007

Mapas para amantes perdidos

Terminei o livro já há bastante tempo. É um choque entrar naquela cultura muçulmana, vai-se lendo com incredulidade, com arrepios. De Kaubab, a mulher que insiste no cumprimento daquilo que lhe ensinaram, mesmo sem entender essas práticas, senti pena durante toda a leitura. Tudo aquilo é horrendo.
Depois fechei o livro, e percebi que há coisas semelhantes próximo de nós, na religião na qual crescemos. Mas aquilo que está perto não se vê tão bem como aquilo que está longe.
O livro é interessante, embora a tradução me tenha desiludido.

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