sexta-feira, novembro 30, 2007

eram as estrelas





eram as estrelas, caminhante,
o mapa que não soubeste decifrar
mas vais continuar e continuar
perdido para sempre.


José Luís Peixito, in "A criança em ruinas"


Precisava de ler poesia. Precisava, urgentemente, de ler um poema que me fizesse chorar. Precisava.

2 Comments:

At 12 dezembro, 2007 20:20, Anonymous Anónimo said...

Olá Lília,

Gostei do que vi e li...

Já leste o livro "O Silêncio das Almas" de Hugo Girão & Isabel Fontes, Fronteira do Caos Editores?

Lê, vale a pena...Fiquei com uma visão diferente das relações.

Beijos de SOL.
Idália
divulgacaoliteraria@gmail.com

 
At 06 março, 2008 23:05, Anonymous Anónimo said...

Olá Lília,
há algum tempo que ando eprdida de ti e de mim, sobretudo de mim mas se deseja sum poema de chorar, amanhã... que hoje me faltam as forças eu mando-te um, escrito pela minha filha do meio enquanto eu chorava.
Hoje procurei-te? Reencontrei-te?
Ia em busca de serenidade noutro blog (e nem sou fã nem alimento blogs) mas tenho andado contigo à voltas, girando.. cirandando...
o poema e o link para o tal bloa'alívio (nem tanto) segue amanhã. E depois conto-te um segredo, bem segredado. E morro de saudades da tua terra, a minha pátria Maior, eu nascida em África e segura de que pertenceria de direito a todos os 3 que restam e ao Universo. Não estou, nem sou alucinada, estou esgotada de me aguentar(percebes isto?).

 

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